E quando a bolsa rompe?


Hoje vamos bater um papo sobre bolsa rota. Afinal de contas, o que significa esse termo tão usado na obstetrícia? É a rotura prematura das membranas ovulares, ou seja, quando a bolsa amniótica rompe fora do trabalho de parto. Em alguns casos o líquido desce pela perna da gestante ou faz uma poça, mas em outros pode acontecer a rotura alta e ficar saindo uma pequena quantidade de líquido. Muitas ficam na dúvida ou não se a bolsa realmente rompeu, e nesses casos a orientação é procurar a equipe técnica responsável pelo parto para orientações.


Em grande parte dos casos, a bolsa rompe a partir da fase ativa do trabalho de parto, mas em alguns casos isso vai acontecer sem que a gestante esteja sentindo contrações dolorosas. O que os estudos científicos dizem é que 70% delas entrará em trabalho de parto em 24h.


É importante prestar atenção na cor do líquido para ver se ele está clarinho ou esverdeado. Observar a movimentação fetal também. Mas mais importante ainda é saber que caso a sua bolsa venha a romper fora do trabalho de parto, você não precisa sair correndo para o hospital. Mas atenção: avisar a equipe que está perdendo líquido é essencial. E lembre-se: pra nascer o bebê precisa de contração.


A pergunta mais feita nesses casos é: por quanto tempo podemos esperar?


De acordo com o Ministério da Saúde, depois de 18h de bolsa rota o antibiótico venoso precisa ser iniciado. Como a grande maioria das mulheres irá entrar em trabalho de parto entre 24 e 72h, muitos profissionais preferem esperar. Mas passado esse período, se não entrar espontaneamente em trabalho de parto, a grande maioria irá optar por uma indução.


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